sábado, 17 de dezembro de 2011

Ecossistemas aquáticos

Ecossistemas aquáticos

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Nos ecossistemas aquáticos, a maior parte da fotossíntese (base das cadeias alimentares) é realizada principalmente pelo fitoplâncton (algas unicelulares flutuantes). Nos ecossistemas aquáticos, as variações diárias e sazonais de temperatura oscilam menos do que nos ambientes terrestres, e a pluviosidade não interfere na disponibilidade de água, a não ser em situações muito específicas, como lagos e cursos de água temporários. Sendo assim, os ecossistemas aquáticos são caracterizados com base na salinidade, na profundidade e na mobilidade das águas.

De acordo com esses critérios, vários sistemas de classificação de ecossistemas aquáticos podem ser elaborados.

Ecossistemas Marinhos

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Os especialistas costumam reconhecer zonas ecológicas definidas de acordo com a profundidade. O fundo do mar, ou assoalho oceânico, tem uma topografia característica, apresentando regiões mais rasas próximas ao continente e regiões profundas relativamente afastadas.

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Zona litoral

É a região litorânea cujos extremos são definidos pelos limites das marés mais altas e mais baixas. portanto, num intervalo de 24 horas, essa região apresenta períodos de submersão. Os organismos que vivem na zona litoral devem apresentar a capacidade de suportar o estresse ocasionado por essas mudanças periódicas nas condições de sobrevivência.

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Zona nerítica

Começa no limite da maré mais baixa e se estende até profundidades de aproximadamente 200m, acompanhando o relevo do fundo do mar, correspondente à plataforma continental. Esta é interrompida abruptamente por precipícios que conduzem ao fundo oceânico a profundidades que podem atingir milhares de metros. Nessa zona, a produtividade é elevada, pois suas águas mais superficiais são iluminadas, e as correntezas são capazes de remover sedimentos do fundo e trazê-los à superfície. Nessa movimentação, os nutrientes acumulados no fundo tornam-se disponíveis para os produtores, a base das cadeias alimentares.

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Zona oceânica

Inicia-se no limite da zona nerítica e se estende desde a superfície até regiões de águas muito profundas. Nessa região , a disponibilidade de nutrientes geralmente é bastante reduzida. por esse motivo, a profundidade também é baixa.

As zonas merítica e oceânica subdividem-se na zona fótica, mais superficial, onde há luminosidade suficiente para a ocorrência de fotossíntese, e na zona afótica, mais profunda e onde a luz não penetra.

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Zona bentônica

Corresponde ao assoalho marinho, sob suas águas.

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Organismos marinhos

Estes podem ser classificados em categorias ecológicas de acordo com as zonas marinhas preferenciais.

Plâncton

É formado por organismos, geralmente microscópicos, que não apresentam capacidade de vencer as correntes. Geralmente flutuam passivamente nas águas superficiais. Algas unicelulares e cianobactérias compõem o fitoplâncton, que serve de alimento para protozoários, larvas microscópicas, microcrustáceos e outros animais que constituem o zooplâncton.

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Nécton

É formado por animais capazes de nadar e deslocar-se ativimente, superando as correntezas. Peixes, cefalópodes e mamíferos aquáticos são exemplos de organismos nectônicos.

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Bentos

Compreende os organismos que vivem em contato com o substrato do fundo, de forma fixa (séssil), como os corais e as algas, ou de forma vágil, isto é, deslocando-se livremente, como os caranguejos.

fundo do mar

Fonte:

Biologia (Ensino Médio) Fernando S. Santos, João Batista V. Aguilar, Maria Martha A. Oliveira – 1ª ed- São Paulo- Edições SM, 2010.

08 de junho é o dia mundial dos oceanos

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Mensagem da Sra. Irina Bokova Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial dos Oceanos de 2011.

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Os oceanos determinam o clima e influenciam a distribuição dos ecossistemas e da biodiversidade do globo. Este Dia Mundial dos Oceanos de 2011 é uma oportunidade de celebrar a importância dos oceanos para o bem-estar do planeta e da humanidade, e para avançar na defesa de sua causa. A “economia azul” dos oceanos é crucial para o nosso cotidiano. Pelo menos uma em cada quatro pessoas depende dos frutos do mar como fonte primária de proteína. Metade da população mundial está estabelecida nos primeiros 50 quilômetros das áreas litorâneas. Noventa por cento do comércio mundial é transportado por navios. Com o progresso tecnológico, as atividades econômicas nas áreas costais e em águas profundas continuam a se intensificar e diversificar.

"Nossos conhecimentos não são compatíveis com a importância dos oceanos. Mais de 1.500 pessoas já escalaram o Monte Everest e 12 andaram na lua, mas apenas dois mergulhadores desceram e voltaram da parte mais profunda do oceano. A Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO tem promovido a ciência e a pesquisa marinhas há 50 anos, mas o fato é que os oceanos continuam relativamente inexplorados.

Há muito o conhecimento sobre os oceanos tem sido orientado pela necessidade de acessar e explorar seus recursos. Isso tem que mudar. O desafio hoje em dia é usar a ciência marinha para entender e proteger os oceanos, para gerenciar melhor seus ecossistemas e biodiversidade para as gerações presentes e futuras.

A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a ser realizada em junho de 2012 no Brasil, oferece uma oportunidade única para enfrentar este desafio. Precisamos trabalhar agora para preparar compromissos concretos em relação aos oceanos para a Conferência de 2012.

Nós temos um ano para consultar os principais atores, coordenar visões e assegurar um novo compromisso político com a sustentabilidade do oceano. O desafio não é simples, mas é grande a nossa responsabilidade coletiva de desenvolver uma nova abordagem para os oceanos, que

defenda seu papel central para o planeta e para nossas vidas. Isso é o que está em jogo neste Dia Mundial dos Oceanos."

domingo, 11 de dezembro de 2011

Segundo o Calendário Maia o fim do Mundo está previsto para 21 de Dezembro de 2012




Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solstício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.
Muitos acreditam que isso se traduzirá em desastres e cataclismos naturais - algo muito próximo da concepção cristã do Juízo Final. Outros acreditam que essa data marcará o fim da ênfase materialista da civilização ocidental. De qualquer modo, as especulações sobre a natureza dessa previsão estão se aproximando cada vez mais da ciência, mais particularmente das transformações que ocorrem ciclicamente com as irradiações solares.

Como podemos evitar o aquecimento global



Neste mundo nunca é tarde para iniciar uma mudança, e com o efeito global essa regra também é válida, pois se cada um de nós fazer a sua parte ajudando com atitudes simples, podemos diminuir e até mesmo evitar os efeitos do aquecimento global, abaixo segue algumas dicas de como evitar o aquecimento global.
- Utilizar combustíveis menos poluentes, no caso dos carros uma boa alternativa é o etanol que poluí menos, no futuro próximo teremos os carros elétricos sendo vendidos a larga escala, que diminuirão e muito a poluição causada com os modelos atuais.

- Além da questão do combustível, é sempre importante verificar a regulagem do motor, pois um motor desregulado consume mais combustível e consequentemente poluí mais.

- Se puder deixar seu carro na garagem e utilizar outros meios de transporte, como ir a pé ao trabalho ou de bicicleta, além de estar ajudando a diminuir o aquecimento global, você estará ajudando a manter a sua saúde em dia e o corpo em forma.

- Prefira produtos reciclados, e recicle sempre que puder, pois reciclando ou utilizando produtos recicláveis você esta ajudando a combater o efeito estufa, uma vez que é preciso menos energia para reciclar um material do que cria-lo de material virgem.

- Nunca jogue bitucas de cigarros ou qualquer outro material com fogo na beira das estradas, pois além do perigo de causar grande incêndios as queimadas também são grandes vilãs do aquecimento global.




Conseqüências do aquecimento global

- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está
em curso o derretimento das calotas polares.

O mais preocupante com relação ao aumento do nível global dos oceanos é o derretimento das camadas de gelo na Antártica, no Pólo Sul, porque as geleiras estão sobre um continente enquanto o gelo do Pólo Norte está sobre a água. A Antártica reúne cerca de 90% de todo o gelo da Terra. Segundo vários especialistas, a velocidade do derretimento é preocupante. E segundo pojeções, se todo este gelo fosse derretido o mar subiria 60 metros.É preocupante também o derretimento das geleiras montanhosas. A água que desce das montanhas contribui para aumentar o nível do mar.Ainda é possível conter o aquecimento global e o derretimento das geleiras, os países que participam do protocolo de kyoto já estabeleceram metas, esperamos que as mesmas sejam cumpridas, para que nossas próximas gerações possam aproveitar tudo que a natureza lhes tem a oferecer.


- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de
calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Protocolo de Kyoto

Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.